Crítica: “Guardiões da Galáxia – Vol. 2”.

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Tal como uma coletânea de sucessos do passado, a nova aventura do grupo mais disfuncional da Marvel Comics agrada a gregos e troianos (e krees, chitauri, devoradores de mundos, etc). Novamente dirigido por James Gunn e acertadamente chamado de “Volume 2”, o novo filme dos Guardiões da Galáxia traz todos os elementos que tornaram a primeira produção uma das mais assistidas do gênero de super-heróis em todos os tempos.

Aventura extrema, diálogos sensacionais, personagens carismáticos e é claro, uma ótima trilha sonora recheada de clássicos que muita gente não conhece. E isso é o charme da produção, porque cada música faz parte da cena exibida com maestria. Depois de assistir ao filme, dá vontade de ligar o MP3 ou o walkman (caso você tenha um) pra ouvir essas canções. Só “My Sweet Lord” de George Harrison “ilustrando” o planeta Ego (que também é um personagem importante) já vale todo o filme.

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A nova equipe do Senhor das Estrelas.

A equipe do Senhor das Estrelas ganha o apoio de personagens do filme anterior, como Nebulosa e Yondu (que nos quadrinhos fez parte da primeira formação do grupo) e de novas caras, como Mantis, o alívio cômico da história. Mas quem rouba a cena é mesmo o pequeno Baby Groot, que participa de algumas das melhores sequências. Quando você é uma criança no meio de um bando de adultos briguentos, o melhor é deixar tudo de lado e se divertir, tomando o cuidado com pedaços de monstros gigantes caindo pra todo lado.

Ao contrário dos demais filmes do universo Marvel, “Guardiões da Galáxia – Vol. 2” está construindo um universo próprio. Mas na verdade, é a ponte que falta para unir os heróis da Terra e os cósmicos contra a ameaça de Thanos, que surgiu no primeiro Vingadores e que culminará na Guerra Infinita. E pra falar a verdade, com tanta aventura e diversão neste filme, você nem sente falta dos demais personagens da “Casa das Ideias”.

Falando em ideias, brilhantes participações especiais escolhidas pelo diretor de Davi Hasselhoff, o eterno Michael Knight de “Super Máquina” e de Stan Lee (que está numa de suas melhores aparições). Isso sem falar em Kurt Russell e Sylvester Stallone, que além do saudosismo para com os anos 80, também trazem importantes momentos para o filme.

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O pai do Peter Quill é o Jack Burton!

Stallone dá a deixa para que uma nova equipe de guerreiros (ou nem tão novos assim) possa ganhar seu filme na Marvel, afinal, por que não mercenários nas galáxias? Me lembrou até um filme dos anos 80 que passou a exaustão no SBT. Miley Cyrus, Michael Rosembaum, Ving Rhames, Nathan Fillion e Michelle Yeoh fazem parte do grupo. Precisa dizer mais?

E o filme já entra para a história da Marvel com uma das melhores cenas de despedida. Impossível não se emocionar, ainda mais se você é fã de histórias em quadrinhos e conhece bem os personagens.

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Stallone comanda uma nova velha equipe.

Mais uma vez, a Marvel não conseguiu fazer o seu melhor filme, mas com certeza, é um dos mais divertidos de todos. E novamente, pra quem é fã de quadrinhos, já sabe que o futuro está ganhando mais algumas páginas importantes. Um simples nome é dito numa das cinco cenas durante os créditos finais, mas é um dos nomes mais importantes de todas as sagas cósmicas dos quadrinhos.

Nota: 5 de 5, ou melhor, número 1 nas paradas de sucesso!

groot

EU SOU GROOT!

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